A rua está escura, perambulo sem rumo
As pessoas vão e vem
Parecem obcecadas, nem se olham
E seguem destinos diferentes.
Sobre a escuridão da noite pareço uma estranha
Gotas de orvalho caem sobre mim
A brisa assanha meus cabelos negros.
Ouço ruídos apenas das folhas secas
Ao tocarem sobre os meus pés úmidos.
Daqui a pouco a cidade acorda
A luz da amanhã irá brilhar
Voltarei para casa...
Mais uma vez,
tomarei uma taça de solidão.
tomarei uma taça de solidão.

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