As noites são sempre iguais
Bati-me saudades de tudo, lagrimas caem
Olho minha estante cheia de livros
Ergo minhas mãos... Tento folhear alguns.
O silêncio invade o meu ser
Pois sei que neles há apenas versos tristes
Só me confundirão ainda mais.
Desisto de lê-los
Sei ao certo que foram escritos
Por alguém que se refugia da solidão.
A noite é pequena para o meu corpo
Já cansado de tanto trabalho
Nem preciso de companhia
Só quero um minuto da paz.
Ao acordar pela manhã
Sinto que alguém enxuga minhas lagrimas
Sinto o calor do amor aquecer o meu corpo frio
Dessa vez não
foi apenas um sonho.
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