Hoje, a nossa história não passa de rascunhos escritos na primavera.
Folheando velhos livros, lembrei-me do amor que vivíamos —
um amor que me envolvia, no qual havíamos feito promessas de um futuro juntos.
Sob as belas cachoeiras, suas quedas-d’água formavam um véu diante das nossas promessas.
Brincávamos de nos banhar como crianças, contemplando o encontro dos rios.
As flores brotavam, dando colorido ao chão molhado dos riachos.
Foi na primavera que descobri que o seu amor era ilusão.
Hoje, aquelas cachoeiras são apenas quedas-d’água nebulosas.
As flores criaram espinhos sobre o solo quente de outubro.

Melancólico poema. Me gusto Te mando un beso. https://enamoradadelasletras.blogspot.com/
ResponderExcluirTriste ver os sonhos de amor desmoronar.
ResponderExcluirBela inspiração! beijos praianos, chica
Querida Faella,
ResponderExcluirPromessas de amor muitas vezes se perdem no meio do caminho, se não for verdadeiro e recíproco mesmo num cenário lindo não vai prosseguir. As decepções fazem parte da nossa vida, são doloridas, mas passam.
Achei lindo o seu texto poético e aproveito para agradecer sua visita no meu blog. Vou te seguir.
Um beijo!
E é assim o amor, minha amiga. Os sonhos e nem sempre se realizam. Por vezes, são meras utopias, que se entranham em nós, impossíveis de alcançar.
ResponderExcluirBonito texto, Faella.
Grato pela visita, e gentil comentário.
Beijinhos, e feliz semana!
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com