Era uma noite fria de inverno,
minha mente confusa,
meu corpo frio —
era tudo o que eu tinha.
Meus sonhos pareciam perdidos
naquele imenso manto da noite gelada.
Tudo parecia sem sentido;
lembranças sobrecarregavam minha alma.
Trancada no meu mundo paralelo,
tentava aquecer-me
e fugir daquele vazio.
Só queria entender por que
cada partícula de orvalho
parecia cair sobre meu pequeno corpo.
Não era a noite fria de inverno,
eram apenas os versos tristes
da minha poesia.
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